sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Ligas_são.

Certas coisas acontecem com um grau de "absurdês" que não se explica. Aliás algumas coisas não precisam que explique.
É como mudar os planos que já tinha, para que outros extraordinários aconteçam, como comprar um ornamento em madeira e descobrir que saiu de tão perto que nem sonhava. É como, também, escrever sobre uma coisa que já existe e não sabia, e quando diz algo que tromba palavra por palavra no ar com as mesmas que nos vinham.
Não é como ler a mente, é como estar ligado, integrado ao outro corpo, à sua mente. Sentir o que o outro corpo sente: "Está tudo bem?" - "Está." - "Não precisa me contar o que é, só não tente me esconder."
Talvez estes sejam sintomas do verdadeiro: "Eu te amo." - "Eu também."

E se...

É estranho como esta palavra pode mudar tudo e, ao mesmo tempo, não valer nada.
"E se não houvesse mais guerra?"
"Se eu tivesse visto."
"Se ela me quisesse."
"Se eu não partisse."
"Se pensasse nisso antes."
Pois é, SE fosse possível, algumas coisas poderiam estar diferentes.
Mas acho melhor seguir em frente e cuidar do que SE PODE.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Amor, a minha "ilusão".

Palavra banalizada por aqueles que o fazem. Porém, há uma coisa que estes não podem fazer, não podem banalizar o sentimento na sua essência.

Aos Andarilhos da Luz.

Há poucos dias, com a cara pintada, chapéu na cabeça e nariz vermelho, ouvi uma frase muito forte que me permite acreditar com muito mais força nas coisas que escrevo aqui.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Medo, enfrentamento e sentimento.

Normalmente passamos por algumas crises para que voltemos melhores delas. Claro, isso quando as atravessamos.
De algo que foi muito bom, surgiu uma coisa ruim, o medo. Medo de perder a confiança de alguém que me faz bastante diferença na vida.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Ansiosa viagem.

Nossa, fazia tempo que não percorria aquele caminho. Caminho este que liga a cidade amarela à cidade vermelha quente. Dormia tão fácil antes, talvez seja a idade. Não, não acho que seja isso. Muito provavelmente, com apenas um prefixo anexado a ela, a idade, responda o que foi: "ANSIOSidade".

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Sem exageros.

Tem coisa nessa vida que me tira do sério, que me torna louco. Não aquele que faz guerra, mas aquele que ama.
Se torna fácil amar, sentir, cheirar e chorar quando se conhece gente como conheci.

sábado, 31 de julho de 2010

À FAMÍLIA.

Durante toda a minha vida perceptiva a distância se fez presente.
Meu pai sempre viajou muito e só voltava em finais de semana, ás vezes, até de 15 em 15 dias. O que me lembro daquela época vem da memória de uma criança que queria aproveitar ao máximo os breves momentos com todos juntos.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Obsessividade cega mais.

Algumas pessoas tem tanta necessidade de disputar as coisas. É estranho que chegam a disputar até outras pessoas.
Competições até são legais, mas têm seu momento e, principalmente, quando não as tornamos uma obsessão.

30/07/2010

Hoje não é o dia da amizade, mas é o dia DO amigo, um grande amigo.
A vida pra mim é uma paixão muito boa de se curtir e, obviamente, VIVER.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Metaforicamente apaixonado pela flor!

Foi entregue a flor mais comum.
Claro, na cidade, a noite, é bem difícil encontrar uma flor, mesmo a mais comum.
_Não foi fácil encontrá-la.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

O Choro!

Ontem um pássaro pousou no meu varal.
Eles vivem nos chamando a atenção e nós mal os percebemos. Estão sempre cantando e tem gente que ainda busca trilha sonora para a vida.

O choro! (teaser)

"...a única palavra do vocabulário dos pássaros, traduzida para o nosso dicionário."

domingo, 25 de julho de 2010

Confia?

Já perceberam o quanto precisamos dos que nos rodeiam algumas vezes?
Durante muito tempo me senti muito seguro sobre o controle de algumas ações e, principalmente, um fácil domínio emocional diante de desafios. Claro que vez ou outra acordo insdisposto para muita coisa e, ora tento mudar o ânimo, ora deixo como está.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

20/01/2010

Dia do Amigo. Seria a data perfeita pra escrever sobre a amizade. Mas decidi deixar engatilhado este texto, o da amizade, para outra ocasião. Em todo caso, uma grande amiga já o fez e segue em: http://goo.gl/b/mUd8

quinta-feira, 15 de julho de 2010

O salmão.

Entre amigos, numa conversa sobre o comportamento comum das pessoas, falávamos do quanto elas costumam passar as informações que menos acrescentarão em algo para o próximo. Claro que não devemos ser como robôs e compartilharmos apenas os mesmos tipos de ideias e informações. Só que me incomoda, bastante, vídeos de bobeiras e baboseiras, qual eu mesmo tenho, rodarem mais do que muitas coisas mais importantes ou até, simplesmente, mais bonitas. Algo que realmente acrescente na vida das pessoas. Mas tudo bem, como sempre falo com uma grande amiga, essas coisas dependem do ponto de vista e este é, só, o meu.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Francamente adaptável.

Sempre fui apaixonado pela minha cidade natal. Era até estranho pensar em morar fora. Imagine deixar meus amigos, aqueles que cresceram comigo, para morar em outro lugar. Não, isso não seria possível. Mas, obviamente que aconteceu.

O mundo não é de todos, é para todos.

Acho muito bonito quando vemos as pessoas se ajudarem. Só é uma pena quando, muitas vezes, ouvimos das mesmas que o fazem para deixar um mundo melhor para seus filhos. Claro que é modo de dizer (ou espero que seja). Porque sempre me incomoda esta questão de jogar as coisas para o futuro, e pior, dos filhos.
Concordo que muitas coisas não serão resolvidas já, mas o mundo não se resume aos nossos filhos. Tem ainda aqueles que nem têm família. Aliás, tem todas as outras formas de vida que nós, seres humanos "evoluídos", até hoje temos dificuldade em dividir espaço, alguns até desconsideram essas "vidas" como tal. Isso é muito triste.
Pense nisso, existe mesmo uma grande diferença entre "ser de" e "ser para" todos.

terça-feira, 22 de junho de 2010

(in)certeza.

Exatamente porque é certo que me engano, decidi compartilhar toda essa minha (in)certeza.
Engraçado é que há muito tempo penso nesta partilha e só agora, que me sinto fora do eixo (do meu próprio), resolvi por em prática.
É que os pensamentos são assim mesmo, vivem aleatoriamente (in)fluenciando as minhas ações. E mesmo me parecendo arrogância escrever sobre como funciona a vida e até o que pensamos, entendi que ninguém melhor do que eu mesmo para explicar o que sinto. Afinal, entre bom senso e senso comum, a diferença é que em um você acata enquanto no outro você prova para mais ninguém além de si.