domingo, 13 de janeiro de 2013

"Voar" é o som do vento la em cima.

Um passarinho caiu do ninho e ficou preso pela patinha, para soltá-lo mais 3 outros fizeram o possível até conseguirem tirá-lo de lá, era bastante alto e a queda poderia quebrar mais do que apenas as asas. Mas eles sabiam que valia a pena o risco. Eles já conheciam o vôo e seu semelhamte merecia aquela chance.
Há uma frase que diz assim: "vale mais um pássaro voando do que dois na mão"
Admiro a simples habilidade que os pássaros possuem para voar. É bonito ver como voam livres e escolhem seu percurso, bem como seu destino. Existem tantos perigos ao voar, ainda mais aleatoriamente assim e nem por isso eles deixam de fazê-lo, eles nasceram para isso, conhecem os riscos mas jamais desistem de voar.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

NA MORADiA

Sonhei que ela morava comigo.
Muitos se entediam só de imaginar, mas não tenho dúvidas de que prefiro arriscar.
Chegar em casa e usar um dos maiores recursos de afeto, o carinho. Demonstrar o que se sente.
É, na teoria parece simples, mas será que da pra ser sempre igual? Tomara que não, mas tomara que não falte vontade, verdade e liberdade.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Catarse

Sempre fui observador, mesmo que às vezes este observar signifique ouvir. Desde pequeno me atento às minúcias despercebidas pela maioria,

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Ainda bem que...

Ainda bem que há possibilidade de vida na terra ;
Ainda bem que minha família se juntou em algum momento das vidas de cada um;
Ainda bem que eu nasci em 87;

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

30 dias...

Vejo o tempo como algo incontável e intangível.
Nós, humanos, criamos um sistema legal para tentarmos reverter isso, mas nós mesmos criamos mecanismos para burlar essa tentativa.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Pérolas Negras.

Já era noite em alto mar e o jovem pescador voltava para casa com seu barco pequeno e poucos peixes, porém suficiente.
Estava muito escuro e muito frio, um atrapalhava a enxergar e o outro atrapalhava a pensar ou concentrar. Não estava com medo, mas navegava só, naquela noite.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Romã.

A romã não é assim tão rara, não é dessas que só crescem num cantinho úmido onde poucos conseguem alcançar, mas também não estão por aí a serem distribuídas ou colhidas à vontade.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

O sábio.

- Por que as pessoas são assim?

Não sei.

- Mas você é o sábio aqui, tem sempre uma resposta inteligente para as coisas.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Inspiração.

Os massificadores bombardeiam nossas cabeças e corações: "Você é louco?" - "Não deveria fazer isso, deveria parar com essas bobeiras". E assim vamos perdendo nossos sonhadores. Mas ainda muitos virão e cumprirão com seus papéis, outros também retornarão quando, ou se, perceberem onde estão.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

O medo II.

É motivador quando teme algo e segue em direção ao enfrentamento;
É lindo quando percebe que venceu algum medo. Com ajuda ou não;
É encantador quando reconhece o próprio medo, seja do que for;

Ser humano.

A letra dessa música é exatamente o que eu gostaria de dizer.

sábado, 1 de setembro de 2012

A verdade.

Mora na filosofia, se esconde na metáfora e é feliz. Feliz quando lembrada, alimentada e bem cuidada.
Deixe-me ser verdade. Ela pode ser tão ilusória quanto a melhor das mentiras, só que melhor por ser... Verdade.

domingo, 19 de agosto de 2012

A caixINha

Encontrei uma caixinha linda, é encantadora.

- Onde achou?

Não sei ao certo, não dava pra ver direito e já faz um tempinho também.

- Mas sabe de quem é?

Não tenho certeza, tem um nome gravado, mas está meio raspado, parece que tentaram apagá-lo.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

O Chá.

Cadê você?

- Cheguei agora. Já é tarde, não devia estar dormindo?

Tô meio fora do eixo, não consegui dormir.

- Posso ser sua companhia se quiser ou, se preferir, seja a minha. Que tal?

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Serenidade.

Estava feliz e muito empolgado, como de costume. Serelepe, inquieto, tagarela, e sorridente.
Os banquinhos não me suportavam e pediam para que eu parasse, mas eu estava mesmo empolgado. Meu amigo, mais calmo, também pediu: "Pare".
Não entendia porque eu não podia estar daquele jeito. Poxa, eu estava feliz e empolgado.
Fechei os olhos e uma palavra veio na minha cabeça, serenidade. Foi um pedido simples: Serenidade...
Quando abri os olhos entendi os banquinhos e meu amigo. Ainda continuei feliz e empolgado, mas sereno e leve, quieto e comigo mesmo. Sem, porém, deixar de compartilhar minha alegria.
Obrigado pela serenidade concedida.